No dia 1º de Maio os trabalhadores gaúchos comemoraram sua data máxima no Festival dos Trabalhadores, promovido pela CUT, realizado em Porto Alegre, Pelotas e Caxias do Sul. Com arte, cultura e economia solidária, o Festival levou ao palco também as pautas dos trabalhadores brasileiros: o fim da escala 6×1, o fim da pejotização e a luta contra o aumento descontrolado dos feminicídios.
A direção do Sindicato dos Bancários de Novo Hamburgo e Região esteve presente no Festival, que contou ainda com a participação de diversas lideranças gaúchas da luta pelos trabalhadores.
As atividades começaram às 10h da manhã, com uma ampla vitrine da produção coletiva e do empreendedorismo popular na Feira de Economia Solidária e Criativa, com a participação de 80 expositores. Na área gastronômica, as 15 cozinhas solidárias, criadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT/RS) em parceria com comunidades da periferia da capital, cervejarias artesanais, food trucks e ambulantes parceiros.
No palco externo, intervenções de Graffiti e som do DJ Ninguém, seguidas de batalha de rima organizada por Mari Marmontel, além das apresentações de Gê Power e performances de breaking com B.Boy Maikon e B.Girl Ceia. Na sequência o coletivo Preconceito Zero.
No final da tarde, já com chuva forte, o palco interno da Casa do Gaúcho recebeu as apresentações de músicos gaúchos, entre eles, Nelson Coelho de Castro e Gelson Oliveira, Gilsoul, Yustedes, Ois Nós Aqui Traveiz; intercalando com a fala de sindicalistas e parlamentares, como os deputados federais Paulo Pimenta (PT), Fernanda Melchionna (PSol), Daiane dos Santos (PcdoB) e a deputada estadual Sofia Cavedon (PT).
Em todos as falas, a convocação da continuidade da mobilização pela pauta dos trabalhadores, especialmente pela redução da jornada 6×1, projeto enviado pelo governo Lula ao congresso em regime de urgência.
Um dos pontos altos da programação foi o show do músico Chico Chico arrebatou o público com canções de seu novo disco Let it Burn/Deixa Arder, que reúne repertório autoral e releituras de clássicos da Música Popular Brasileira.
A pauta dos trabalhadores
- Combate à precarização com enfrentamento à pejotização e defesa de condições dignas de trabalho;
- Direitos sociais e proteção com o combate ao feminicídio e a todas as formas de violência;
- Regulamentação de direitos e proteção social para quem trabalha por aplicativos;
- Negociação Coletiva – a garantia desse direito para servidores públicos.










